Obrigado pela atenção,pessoal!
Olha o fstab aí:
/dev/hda1 / reiserfs acl,user_xattr 1 1
/dev/hda5 /home reiserfs defaults 1 2
/dev/hdb5 /tmp reiserfs acl,user_xattr 1 2
/dev/hdb6 swap swap defaults 0 0
proc /proc proc defaults 0 0
sysfs /sys sysfs noauto 0 0
debugfs /sys/kernel/debug debugfs noauto 0 0
usbfs /proc/bus/usb usbfs noauto 0 0
devpts /dev/pts devpts mode=0620,gid=5 0 0
/dev/fd0 /media/floppy auto noauto,user,sync 0 0
Pra mim parece tudo perfeito. Como disse, consigo montá-lo e desmontá-lo somente pelo terminal.
Outra coisa que também acho esquisito é o fato de aí não estar minha gravadora de cd. Ao inserir um cd no drive ele é montado automáticamente através de seu próprio rótulo em /media/rótulodocd. É uma facilidade que está me atrapalhando um pouco pois, por exemplo, como uso o Gnome, eu não tenho um programa copiador de cd. Resolvi então instalar manualmente o GnomeBaker. Mas os danado reclama exatamente da falta do ponto de montagem no fstab. Ou seja, ele reconhece a gravadora, mas não pode utilizá-la por falta do ponto de montagem.
Tenho medo de acrescentar por conta própria e bagunçar todo o restante.
Pessoalmente, eu gosto do Gnome, mas esse aqui do SUSE não está me agradando. Ele possui algumas ferramentas do sistema que usa a biblioteca do KDE (na verdade ferramentas do KDE) que ao serem usada consomem muita memória. O menu de aplicações, por exemplo, não me permite adicionar qualquer outra aplicação como em outros Gnomes.
Mas voltando ao caso do floppy e do cd, o que vocês acham?
Ateh!